Neste vazio sentido mas não inteiramente real, existe esta falsa alegria que preenche o meu cubo de m2.
Disseram-me no outro dia, a milhares de kms de casa, que debaixo deste tapete de areia existe uma serpente que vai desviando a minha atenção.
Sei que, são várias as formas de nos podermos encontrar, mas como sou camelo, não encontro uma que seja realmente eficaz.
Poderia dizer que está tudo bem, que nunca estive melhor e não seria mentira.
Mas queria tanto chorar… a água que falta no deserto.
16 dezembro, 2007
Por
Ricardo Marques

Sem comentários:
Enviar um comentário