28 janeiro, 2008

Cheguei lá cima e encontrei a dor num lago.
Ele não consegue nem tem intenção de o deixar de o ser.
Poucos sabem que uma noite já sonhou ser rio, rindo e fluindo para a sua foz, com a esperança de saber o caminho para encontrar o Mar.
Veio o dia, e com ele a claridade...
Hoje, prefere manter-se quieto, sem ondas, ocupado a receber e a enviar imagens do que já existe.
Continuo a perguntar, mas sei que nunca me irá responder.
Então e o sonho?
A magia?
A dedicação?
Onde estão?
Ele não sabe mas… estão apenas e só no seu coração.
(Um lago tem coração?)
Mas para alguns… isso não interessa nada!

Fechem os olhos…
Ou sou eu, que brinco à cabra cega?

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