27 junho, 2008

Deixa-me interromper o teu sono! Promete que ouves e não dizes uma palavra...

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Começo por te dizer… que sinto, que quero, que sou escravo!
Não por muito tempo, pois soa-me a falso toda esta agitação, todo este rubor!
Não que eu queira que assim seja, apenas estou cansado de acreditar o contrário.
Apesar de muitos sorrisos, de muitas viagens, de suores frios e quentes, não sou aquilo que o mar oferece!
Mas isso secretamente Tu Sabes!
Nesta fase de caminhos incertos, de rios secos, sou folha solta no vento.
E por isso estou cansado!
Preciso de novas esperanças, mas estou cansado!
Preciso de ti, mas… primeiro precisamos, que o vento que me empurra, dissipe todas as nossas dúvidas.
Agora sim, adormece e sonha, sem dizeres uma palavra!

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