02 outubro, 2008

Meio Cheio, Meio Vazio. Que importa? Importa sim saber, que temos que preencher esse espaço.

Se metade é Agua, a outra é Ar. Seja ele puro ou impuro, não deixa de ser ar.

Percorrer a Terra para encontrar o Fogo é mais difícil, mais penoso, com mais pó.

Ainda por cima no Fim, corre-se o risco de queimaduras, sejam elas de primeiro ou de terceiro grau.

Para falar verdade, sabemos que vamos sofrer, que vamos desiludir-nos, mas para que pensar nisso se durante a quarentena não vemos nem ouvimos ninguém?

Estamos sós no sonho, seja ele individual ou colectivo.

Os 4 elementos unem-se na contrariedade, na ambiguidade.

Reconheço os meus erros. Se os emendo?

Que importa? Importa sim saber, que não posso os repetir.

Mas torna-se árdua essa tarefa.

Desde muito cedo, molda-se uma específica forma de evoluir, de partilhar.

E se as formas não forem idênticas, irão sempre ser ambíguas, contrárias.

Queremos estar sós, acompanhados.

Queremos crescer… querendo ser sempre crianças.

Queremos beber em copo de fogo.

Semear a terra, lançando a semente ao vento.

Queremos ser felizes, não sendo verdadeiros.

As linhas guias existem, elas formam a nossa insónia.

Por momentos, queria tanto dormir…

1 comentário:

Vanessa disse...

Eu cá quando for grande, quero ser criança.

Beijo*